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	<title>Opening &#8211; Visão Computacional</title>
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	<description>Tecnologias, teorias e testes.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 Aug 2025 18:26:51 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Opening &#8211; Visão Computacional</title>
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		<title>Morfologia Matemática para Processamento de Imagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Piemontez]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Feb 2023 00:42:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conceitos básicos]]></category>
		<category><![CDATA[Processamento de imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Abertura]]></category>
		<category><![CDATA[Closing]]></category>
		<category><![CDATA[Dilatação]]></category>
		<category><![CDATA[Dilate]]></category>
		<category><![CDATA[Erode]]></category>
		<category><![CDATA[Erosão]]></category>
		<category><![CDATA[Fechamento]]></category>
		<category><![CDATA[Morfologia]]></category>
		<category><![CDATA[Opening]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo morfológico concentra-se na estrutura geométrica das imagens. Aplica-se morfologia em , realce, filtragem, segmentação, esqueletonização e outras operaçõe.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A palavra Morfologia é originalmente um ramo da biologia, que estuda as formas e estruturas dos animais e plantas. Utilizamos esta palavra no contexto de Morfologia Matemática, como um instrumento para extração de componentes da imagem, que sejam úteis para representação e descrição da forma de uma região, como fronteiras, esqueletos, realce, filtragem, segmentação ou esqueletização <a href="#refs">[GW]</a>. </p>



<p>A morfologia<span class="has-inline-color has-vivid-red-color"> </span><span class="has-inline-color has-black-color">também pode ser utilizada</span> para extração de componentes conexos, busca de padrões específicos na imagem, delimitação de fecho convexo, extração de bordas entre outros <a href="https://visaocomputacional.com.br/wp-admin/post.php?post=3633&amp;action=edit#refs">[PS]</a>.</p>



<p>Neste post é apresentado um resumo sobre morfologia matemática, sem detalhar suas fórmulas matemáticas.</p>



<h2>Imagem Digital e Binária</h2>



<p>Uma imagem digital é formada por uma quantidade finita de amostras de uma cena, capturada pela lente de uma câmera, também pode ser chamada de imagem discreta e é representada como subconjunto do plano cartesiano Z<sup>2</sup>, onde Z representa o conjunto dos números inteiros. Cada amostra da imagem, conhecida como pixel, está localizada em uma coordenada (x, y) da imagem, associada alguma informação sobre a cor <a href="#refs">[VL]</a>.</p>



<p>Uma imagem binária é composta por dois tipos de pixels, os do plano de fundo e o plano principal, que são representados normalmente usando preto e branco, ou 0 e 1, respectivamente <a href="#refs">[VL]</a>. Normalmente representam a área de interesse durante o processamento morfológico. </p>



<p>Neste artigo<span class="has-inline-color has-black-color"> é apresentada a morfologia matemática binária (em imagens binárias).</span></p>



<h2>Elemento Estruturante</h2>



<p>Um conceito importante na morfologia matemática é a definição de elemento estruturante, também chamado de núcleo. O elemento estruturante é um vetor bidimensional pré-definido, representado por zeros (0) e uns (1), com uma coordenada indicando o centro da operação e pode assumir diversas formas e aspectos, dependendo do tipo de efeito desejado a ser aplicado na imagem.</p>



<p>A seguir, são demonstrados 3 diferentes vetores de elementos estruturantes e suas imagens representativas, com o centro de operação destacado em vermelho.</p>



<div class="wp-block-columns">
<div class="wp-block-column">
<p class="has-text-align-center">[1, 1, 1,<br> 1, <s><strong>1</strong></s>, 1,<br> 1, 1, 1]</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" width="129" height="130" src="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/nucleo-2.png" alt="" class="wp-image-3755"/><figcaption>Fig&nbsp; 1 &#8211; Elemento Estruturante Quadrado.</figcaption></figure></div>
</div>



<div class="wp-block-column">
<p class="has-text-align-center">[0, 1, 0,<br> 1, <span class="has-inline-color has-black-color"><s><strong>1</strong></s></span>, 1,<br> 0, 1, 0]</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" src="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/nucleo-3.png" alt="" class="wp-image-3756" width="129" height="130"/><figcaption>Fig&nbsp;2 &#8211; Elemento Estruturante Cruz.</figcaption></figure></div>
</div>



<div class="wp-block-column">
<p class="has-text-align-center">[1, <br> <s><strong>1</strong></s>, <br> 1]</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" width="84" height="130" src="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/nucleo-4.png" alt="" class="wp-image-3757"/><figcaption>Fig&nbsp;3 -Elemento Estruturante Linha.<br><br></figcaption></figure></div>
</div>
</div>



<p>A ideia básica da morfologia binária é sondar uma imagem com o elemento estruturante pré-definido, analisando  como essa forma se encaixa ou não nas formas da imagem. </p>



<h2>Erosão e Dilatação</h2>



<p>A erosão e a dilatação são dois operadores fundamentais em Morfologia Matemática, muitos operadores morfológicos mais sofisticados se baseiam nestas duas operações.</p>



<h3>Erosão</h3>



<p>Símbolo / Representação : <strong>⊖</strong></p>



<p>Definição: <strong>A</strong> <strong><sub><sup>⊖</sup></sub> B = { z | (B)<sub>z</sub> ∩ A<sup>c</sup> = ∅ }</strong>  </p>



<p>A erosão consiste em testar se o elemento estruturante se encaixa na imagem de origem, gerando uma nova imagem de destino, onde cada teste realizado com sucesso, é identificado na imagem de destino com o valor 1 e identificado com o valor 0 caso a estrutura não tenha sido localizada. Os valores 0 e 1 podem ser substituídos por outros valores, caso necessário.</p>



<p>O efeito prático do processo morfológico chamado erosão, consiste na modificação das feições da imagem, diminuindo-as em seu entorno, literalmente “erodindo-as” <a href="#refs">[MM]</a>.</p>



<p>Observe na ilustração a seguir, o passo a passo da erosão da imagem, de tamanho 11&#215;11, pelo elemento estruturante, de tamanho 3&#215;3. O processo inicia pelo teste do elemento estruturante na parte superior esquerda da imagem, onde é verificado se cada elemento do núcleo é encontrado da imagem. Para isso, é verificado se cada um dos elementos [1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9] do núcleo estão contidos nos elementos de coordenada [(1,1), (1,2), (1,3), (2,1), (2,2), (2,3), (3,1), (3,2), (3,3)] da imagem, e registrado o valor 1 (branco) na imagem de destino caso todos os elementos sejam encontrados, como o teste não passou, na imagem de destino é registrado o valor 0 (preto). Então, é deslocado a verificação do núcleo para os próximos elementos da imagem, até que todos sejam testados.</p>



<div class="wp-block-columns">
<div class="wp-block-column" style="flex-basis:33.33%">
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" width="129" height="130" src="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/nucleo-2.png" alt="" class="wp-image-3755"/><figcaption>Fig 4 &#8211; Elemento Estruturante<br>(Núcleo)</figcaption></figure></div>
</div>



<div class="wp-block-column" style="flex-basis:66.66%">
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="574" height="258" src="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/erosao.gif" alt="" class="wp-image-3734"/><figcaption> Fig 5 &#8211;  Ilustração de Erosão.</figcaption></figure>
</div>
</div>



<p>A seguir, na ilustração da Fig. 6, é exibido um exemplo de erosão morfológica de uma imagem de placa de circuitos. Neste exemplo vamos tentar remover todos os circuitos e manter apenas suas extremidades. O primeiro processo realizado, consiste em carregar a imagem, convertê-la em tons de cinza e realizar a limiarização, para termos uma imagem em preto e branco (zeros e uns). Com a imagem limiarizada foi realizada a sua Erosão, com uma matriz 3&#215;3 de valores 1.  </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" width="1024" height="712" src="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/exemplo_erosao-1024x712.png" alt="" class="wp-image-3736" srcset="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/exemplo_erosao-1024x712.png 1024w, https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/exemplo_erosao-300x209.png 300w, https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/exemplo_erosao-768x534.png 768w, https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/exemplo_erosao.png 1030w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption> Fig 6 &#8211;  Efeito de Erosão Morfológica em placa de circuitos.</figcaption></figure>



<p>Podemos observar pela imagem, que este simples processo eliminou todos os traços/linhas da imagem de entrada, mantendo apenas as estruturas maiores. O resultado não foi uma extração ideal de estrutura, porém, com uma única aplicação de operação morfológica foi possível remover muitas informações indesejadas. O exemplo acima foi realizado utilizando a ferramenta online <a href="https://opencvflow.org/">OpenCV-Flow</a>.</p>



<h3>Dilatação</h3>



<p>Símbolo / Representação: <strong>⊕</strong></p>



<p>Definição: <strong>A <sub><sup>⊕</sup></sub> B = { z | (^B)<sub>z</sub> ∩ A ≠ ∅ }</strong> </p>



<p>A dilatação, de certa forma, é o contraponto da erosão. Ela consiste em testar cada elemento da imagem de origem e verificar se possui valor 1, caso exista na imagem de destino, então é adicionado os valores do elemento estruturante a partir da posição central do elemento estruturante.</p>



<p>O efeito prático do processo morfológico chamado&nbsp;<em>Dilatação</em>&nbsp;consiste na modificação das feições da imagem, aumentando-as em seu entorno <a href="#refs">[MM]</a>. </p>



<p>Observe na ilustração a seguir, o resultado da aplicação do elemento estruturante (núcleo) na imagem. O núcleo de forma quadrada, com tamanho 3&#215;3, possui os valores  [1,1,1,1,1,1,1,1,1] e centro de coordenada (2,2). Note que ao aplicar o núcleo na coordenada (3,3) da imagem de entrada, resultou na imagem de saída a expansão daquele ponto, ao aplicar/copiar o elemento estruturante na imagem de saída. Todo o processo é repetido para cada elemento da imagem. </p>



<div class="wp-block-columns">
<div class="wp-block-column" style="flex-basis:33.33%">
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" width="129" height="130" src="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/nucleo-2.png" alt="" class="wp-image-3755"/><figcaption> Fig 7 &#8211;  Elemento Estruturante<br>(Núcleo)</figcaption></figure></div>
</div>



<div class="wp-block-column" style="flex-basis:66.66%">
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" width="574" height="258" src="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/dilatacao_imagem.png" alt="" class="wp-image-3749" srcset="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/dilatacao_imagem.png 574w, https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/dilatacao_imagem-300x135.png 300w" sizes="(max-width: 574px) 100vw, 574px" /><figcaption> Fig 8 &#8211;  Ilustração de Dilatação.</figcaption></figure></div>
</div>
</div>



<h2>Abertura e Fechamento</h2>



<p>Duas outras operações morfológicas importantes são a abertura e fechamento.</p>



<h3>Abertura</h3>



<p>Símbolo / Representação: <strong> ◦ </strong></p>



<p>Definição: <strong>A ◦ B = (A <sub><sup>⊖</sup></sub> B)<strong> <sub><sup>⊕</sup></sub> </strong>B</strong></p>



<p>A abertura de uma imagem A por um elemento estruturante B é simplesmente a operação de erosão de A por B, seguida da dilatação de A por B <a href="https://visaocomputacional.com.br/wp-admin/post.php?post=3633&amp;action=edit#refs">[PS]</a>.</p>



<p>Ao realizar a erosão seguida da dilatação, o efeito produzido na imagem é de abertura de pontos/ligações e remoção de ruídos. Observe na ilustração da Fig. 9, que após realizar a operação de erosão na imagem, a conexão que existia entre os retângulos foi perdida e também foram reduzidos seu tamanhos. Porém, ao aplicar a dilatação esses retângulos voltaram a ter sua forma inicial.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" width="1024" height="497" src="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/image-1-1024x497.png" alt="" class="wp-image-3798" srcset="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/image-1-1024x497.png 1024w, https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/image-1-300x146.png 300w, https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/image-1-768x373.png 768w, https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/01/image-1.png 1210w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption> Fig 9 &#8211;  Efeito da abertura morfológica.</figcaption></figure></div>



<h3>Fechamento</h3>



<p>Símbolo / Representação:  <strong>• </strong></p>



<p>Definição: <strong>A • B = (A<strong> <sub><sup>⊕</sup></sub> </strong>B) <sub><sup>⊖</sup></sub> B</strong></p>



<p>O fechamento de uma imagem A por um elemento estruturante B é simplesmente a operação de dilatação de A por B, seguida da erosão de A por B <a href="https://visaocomputacional.com.br/wp-admin/post.php?post=3633&amp;action=edit#refs">[PS]</a> .</p>



<p>Ao realizar a dilatação seguida da erosão, o efeito produzido na imagem são o fechamento de pequenos buracos e criação de conexões. Observe na ilustração da Fig. 10, que após realizar a dilatação, com a espação dos elementos, os buracos iniciais foram fechados, e com a realização da erosão o componente voltou a ter o aspecto da sua estrutura inicial, com os pequenos buracos fechados. Porém, como consequência desta técnica os componentes que estavam próximos se conectaram.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" width="758" height="354" src="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-2.png" alt="" class="wp-image-3813" srcset="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-2.png 758w, https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-2-300x140.png 300w" sizes="(max-width: 758px) 100vw, 758px" /><figcaption> Fig 10 &#8211;  Efeito do fechamento morfológica.  </figcaption></figure></div>



<h3>Filtragem morfológica</h3>



<p>As operações morfológicas podem ser utilizadas como filtros de imagem, como filtros espaciais apresentados no artigo <a href="http://dominios-de-valor-espaco-e-frequencia">Domínios de Valor, Espaço e Frequência</a>. </p>



<p>A ilustração da Fig. 11 mostra uma imagem de impressão digital corrompida por ruído, no topo a esquerda, sendo que o ruído se manifesta como elementos aleatórios claros sobre o fundo escuro e como elementos escuros sobre componentes claros na digital. O objetivo é eliminar todos os ruídos sem danificar a estrutura da digital <a href="#refs">[GW]</a>.</p>



<p>A seguir, na ilustração da Fig. 11, um exemplo de filtragem utilizando abertura seguida do fechamento morfológico, utilizando um elemento estruturante em forma de cruz.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" width="1024" height="468" src="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-1024x468.png" alt="" class="wp-image-3807" srcset="https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-1024x468.png 1024w, https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-300x137.png 300w, https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-768x351.png 768w, https://visaocomputacional.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image.png 1127w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Fig 11 &#8211; Filtragem de ruídos em impressão digital.</figcaption></figure></div>



<p>O resultado final, após o fechamento, esta quase sem ruídos, mas com algumas das cristas de impressão não totalmente reparadas e também apresenta algumas quebras, além de que algumas cristas foram conectadas e não deveriam. Isto não é inesperado utilizando esta técnica e para resolver esta situação seria necessário aplicar outras técnicas de processamento de imagens, que talvez resolveriam o problema, como realizar <a href="/?s=afinamento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">afinamento </a>ou <a href="/s=esqueletizacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esqueletização.</a> </p>



<p>Estes conceitos apresentados neste artigo são a base da morfologia matemática. Ela possui muitas outras técnicas, como extração de fronteiras, transformada acerto-ou-erro, afinamento, esqueletização, poda e extração de componentes conexos.</p>



<p id="refs"><strong>Referências:</strong></p>



<p>[GW] GONZALEZ, R. C., WOODS, R. E. Processamento de Imagens Digitais. Editora Edgard Blucher, ISBN 978-85-8143-586-2, 3 ed., São Paulo, 2010</p>



<p>[PS] Pedrini, H.; Schwartz, W. R.; Análise de Imagens Digitais: Princípios, Algoritmos e Aplicações. Thomson Learning, 2007</p>



<p>[VL]  Visual-Lab &#8211; Instituto de computação. Morfologia Matemática em Análise de Imagens. <a href="http://visual.ic.uff.br/morphology/index.html">Acessado em 30/01/2023</a>.</p>



<p>[MM] Matosak, B. M.;  Medeiros, N. G; IMGedu &#8211; Capítulo 3 Morfologia Matemática. <a href="https://menimato.github.io/IMGedu.jl/morfologia-matematica.html">Acessado em 30/01/2023</a>.</p>
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